É de conhecimento geral a aplicação de gráficos e diagramas de repassar informações de forma visual e objetiva de conhecimentos otidos e estudados anteriormente.
São diversas as versões conhecidas:
Entretanto, já existem inovações quando se pensa em visualização de dados. O mapa de Napoleão, por exemplo, feito pelo cartógrafo francês Charles Minard em 1869, é um prodígio de economia visual e profundidade, diz o designer de informação Edward Tufte.
A linha marrom representa o avanço das forças do imperador e a preta, a reitrada. A largura dos fios é proporcional ao número de soldados de seu exército - mais de 400 mil no começo, menos de 17 mil no final. Funciona como mapa e como um gráfico estatístico com múltiplas variáveis, incluindo a temperatura, um fator decisivo para a derrota.
É com esse novo olhar que foi proposto à minha turma a criação de um diagrama/gráfico criativo, que rompe a barreira do óbvio e força tanto nós - criadores - como vocês - leitores -à exercitar a mente em busca da informação.
O tema da nossas abstração foi um colega de classe, transformando algumas informações importantes sobre ele (descobertas por meio de uma conversa informal em própria sala de aula) em conteúdo diagramal.
Minha dupla foi a Laís França. Dentre as histórias de vida dela, aquilo que mais me chamou atenção foi a quantidade de áreas do conhecimento que a Laís já se interrou.
Em 2009, ela começou o curso de Enfermagem, mas largou logo no primeiro ano para em 2010 fazer cursinho pré-vestibular e tentar Medicina. Porém, não foi classificada e com isso decidiu mais uma vez tentar um novo vestibular. No ano de 2011, ainda em cursinho, não sabia qual curso escolher, passando desde Estastística até Engenharia Química. No final, escolheu Arquitetura como opção e neste ano de 2012, iniciou o seu curso na UFMG.




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